Antes de mudar o sistema, descobrimos o que está realmente a falhar.
Processos, responsabilidades, dados e tecnologia analisados no mesmo contexto.
A passagem da venda para a operação pode estar a perder contexto.
O diagnóstico cruza pipeline, proposta, encomenda, entrega e pós-venda antes de recomendar alterações.
Não analisamos departamentos isolados.
Seguimos o trabalho de ponta a ponta para perceber onde a informação pára, onde surgem decisões manuais e onde a gestão perde visibilidade.
O que acontece na prática, incluindo atalhos, excepções e dependências invisíveis.
Quem decide, quem executa, quem aprova e onde existem zonas cinzentas.
Onde a informação nasce, onde é duplicada e onde deixa de ser fiável.
O que é medido hoje, o que falta medir e quais as decisões que continuam sem suporte.
Tempo perdido, atrasos, erro, stock, retrabalho e margem afectados pelo problema.
Da percepção difusa a uma prioridade clara.
Definimos o problema, o âmbito, as pessoas envolvidas e os resultados que a empresa procura.
Falamos com gestão e operação, recolhemos evidências e acompanhamos o fluxo real do trabalho.
Cruzamos processo, dados, sistemas, responsabilidades, riscos e impacto económico.
Apresentamos causas, prioridades, decisões necessárias e uma proposta de caminho faseado.
Um diagnóstico que termina em decisão, não num relatório para arquivar.
Mapa de decisão operacional.
Uma leitura executiva que liga sintomas, causas, impacto, prioridades e próximos passos.
- Realidade actualAS-IS
- Causas e bloqueiosANÁLISE
- PrioridadesIMPACTO × ESFORÇO
- Caminho recomendadoROADMAP
Sem tentar transformar tudo ao mesmo tempo.
Com fronteiras e responsabilidades explícitas.
A tecnologia surge como consequência do problema.
Com milestones, critérios de aceitação e prioridade.
O diagnóstico é mais útil quando a empresa já sente o problema, mas ainda não consegue explicar a causa.
Existe impacto, mas falta clareza.
- Há atrasos, retrabalho ou perda de informação entre áreas.
- Existem vários sistemas e folhas sem uma visão comum.
- A empresa quer investir, mas não sabe por onde começar.
- A equipa sente que o problema não é apenas tecnológico.
Já existe uma decisão fechada e apenas se procura execução.
- O âmbito funcional já está totalmente definido e validado.
- Não existe disponibilidade das pessoas-chave para participar.
- O objectivo é apenas comparar preços de software.
- Não existe intenção de alterar processo ou responsabilidade.
O essencial sobre o diagnóstico.
O diagnóstico é apenas uma reunião comercial?
Não. É um trabalho estruturado de análise do processo, das responsabilidades, dos dados, dos sistemas e do impacto do problema.
É obrigatório avançar para implementação?
Não. O diagnóstico deve produzir valor por si próprio e permitir à empresa decidir o passo seguinte com maior clareza.
Que pessoas devem participar?
Normalmente participam responsáveis de gestão e pessoas que executam o processo no dia-a-dia. A combinação das duas perspectivas é essencial.
O diagnóstico pode abranger apenas uma área?
Sim. Pode começar por um processo ou área crítica, desde que sejam analisadas as ligações relevantes a montante e a jusante.
Um bom diagnóstico não diz apenas o que está mal. Mostra onde actuar primeiro.
Começamos por enquadrar o problema e perceber se o diagnóstico é o passo certo para a tua empresa.
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